jueves, 4 de diciembre de 2008

O Evangelho de Guadalupe

Maria de Guadalupe: mãe - missionária da consolação

Romeiro missionário em Guadalupe: sou um cidadão mestiço desta América pobre que, um dia, me surpreendi envolvido, como romeiro, numa gigantesca peregrinação, na Cidade do México, caminhando em direção ao Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe. Fiz parte de uma das delegações de missionários da Consolata que estudou a abertura de uma missão no país. Numa manhã de Advento, em 2007, da história do Povo de Deus nesta Ameríndia-Afro-Latina percebi, intimamente, a diferença entre o misterioso acontecimento da fé, atualizado pessoalmente e o acontecimento histórico registrado em documentos ou escritos: o mesmo Tepeyac (nariz do monte) dos nossos cerros e montanhas das cordilheiras continentais; a mesma Tonantzin, “morenita”, Guadalupe e de tantos nomes mais, com indígenas, negros, mestiços e brancos das nossas periferias sociais, econômicas e eclesiais, embora “dignos de todo o respeito”; outros bispos João Zumarraga(s), mas a mesma Igreja; outros conquistadores e colonizadores, porém, mais sofisticados e espertos.

Como missionário, senti-me parte que buscava, com outros colegas, um espaço onde partilhar a verdadeira Consolação, Jesus Cristo, entre uma massa peregrina e migratória de romeiros procurando como órfãos num novo exílio ou desterro, mãe e casa, colo e solo, economia e ecologia, identidade e alteridade, palavra e diálogo, para viver com harmonia e dignidade.

Liturgia no Santuario: envolvido na fumaça e cheiro do incenso, entre flores e cantos, danças e bailes, orações e conversações, risos e choros, gritos e silêncios, fui escutando a voz da mensageira do céu, conforme documento que narra a aparição de Guadalupe: “Saiba e entenda, você é o mais humilde dos meus filhos. Eu, a Sempre Virgem Maria, Mãe do Deus Vivo por quem nós vivemos, do Criador de todas as coisas, Senhor do céu e da terra. (...) Eu poderei mostrar todo o meu amor, compaixão, socorro e proteção. Eu sou vossa piedosa Mãe e de todos os habitantes desta terra e de todos os outros que me amam, invocam e confiam em mim. Ouço todos os seus lamentos e remedio todas as suas misérias, aflições e dores” (Nican Mopohua, 23). A multidão passava lentamente frente à sagrada capa de Nossa Senhora. Eu, embevecido, contemplava os rostos deste novo “povo do sol” marcados por mais de 500 anos de cruéis aflições e heróicas “resistências”, enquanto escutava o leve sussurro saído dos lábios da terna Mãe mestiça, nem espanhola nem índia: “Que te está acontecendo, meu filho menor? Para onde vais, para onde te diriges? Escuta e guarda-o no teu coração, meu filho, o menor, que o que te assusta e te aflige é nada. Não se perturbe o teu rosto nem o teu coração, (...). Não estou eu aqui, Eu que sou a tua Mãe? Não estás sob a minha sombra e resguardo? Não sou Eu a fonte de tua alegria? Não estás debaixo do meu manto e em meus braços? Por acaso tens necessidade de alguma outra coisa? Nada te aflija ou te perturbe”.

Concluindo os rituais litúrgicos do memorial eucarístico no aconchego humano da imensa basílica, registrei no meu coração um refrão saído da experiência octogenária de uma mulher mexicana que dizia “A mulher é a chave da casa”, enquanto explicava que a “caçulinha de minhas filhas, minha Menina”, como a chamava João Diego, era essa chave para entrar no mistério das aparições, do santo indígena, deste santuário tão concorrido e de tudo o que o bom Deus queria nos dizer neste momento.

Hóspede na casa-santuário

Saindo da basílica rondei a pequena colina do Tepeyac entre o canto dos pássaros e a aroma generoso das flores, refletindo na vontade da Senhora do céu: “E para que se realize o que pretende o meu compassivo olhar misericordioso, irás ao palácio do bispo do México, e lhe dirás que Eu te envio, e lhe mostrarás que Eu desejo muito que aqui me providencie uma casa, que erga na planície o meu templo (...)” (Nican Mopohua 26). Casa do colo e do coração: a casa da Mãe, onde Ela pode “cuidar” dos seus filhos e filhas. Uma casa como âmbito do colo que se torna consolo, lugar da reparação para toda reconstrução. A casa como ambiente íntimo que favorece o aconchego e o descanso, a acolhida e a hospitalidade, espaço da reciprocidade. A casa da paternidade e da fraternidade, da afetividade na gratuidade, da comunhão na participação, da paz como fruto da justiça nas relações sociais e a convivência responsável com a Criação.

Casa do culto e da comunidade: lugar privilegiado, não único, para se encontrar com o Deus dos antepassados e de todos os povos atuais, representando na túnica “rosada ou avermelhada” que evoca a aurora ou o entardecer com a cor de Tonatiuh e de Yestlaquenqui, nomes diversos do deus sol. Ele aparece simbolizado no centro-ventre da jovem Virgem do Tepeyac com o sinal ollin (origem da vida do universo), uma pequena flor de quatro pétalas, como um jasmim, que indicam os quatro rumos do mundo. Podemos assim cantar com São Lucas “O Sol Nascente nos veio visitar lá do alto como luz resplandecente” (Lc 1, 78).

Casa do solo e do cultivo: uma casa comum, entendida como solo, terra firme e moradia que garanta a seguridade pessoal, a pertença social e uma economia estável e sustentável. Casa comum, verdadeiro cosmos, desenhada harmoniosamente no “código indígena” escolhido pela mensageira do céu para comunicar seu Evangelho, adaptando-se assim à mentalidade e à cultura asteca, onde a comunicação misturava os hieróglifos gráficos e os fonéticos com as cores, os símbolos dos deuses, cidades e reis, e as cifras numerais para situar o relato no tempo. Outra coisa não significam as estrelas do manto azul, as rochas e montanhas do vestido avermelhado que se entrelaçam com as flores e os vegetais, a energia do sol que se expande ao infinito com os seus raios e a lua que oferece apoio-chão à amável Virgem Mãe, que aparece com o filho no ventre e não nos braços, prestes a nascer, o “anjo sob a Virgem como portador de um novo período cósmico, de um novo sol, o “Sol da justiça”, Cristo, depois do “5º sol” – era que os astecas estavam vivendo. Imagem da mulher do Apocalipse 12, 1-4, vestida de sol e a ponto de dar à luz, inaugurando assim uma nova era: a era da fé e da graça” (Clodovis Boff).

A Consolata no México

No dia 1 de dezembro, no Advento cristão de 2008, os missionários da Consolata que já atuam em sete países da América, abriram uma nova missão no México, num esforço conjugado entre as seis províncias do continente. Inicialmente eles conhecerão duas realidades distintas: Tuxtla Gutierrez em Chiapas, no sul e Guadalajara em Jalisco, no centro. Além da interculturalidade, a nova missão tem outra novidade: a presença de leigos na comunidade composta por nove missionários: quatro sacerdotes (Antonio Noé Romero, de El Salvador, Alessandro Conti, da Itália, Ronildo de França Pinto, do Brasil e Gabriel Abischu Morke, da Etiópia), a senhora leiga missionária Maria Elsia Chavarria Espinosa, 65, colombiana e a família venezuelana Wilmar José Hernandes, 34, advogado e Ginette Josefina, 35, professora com seus filhos, Francisco Javier, 8, e Andrés Miguel, 6. Eles foram como peregrinos missionários na “casa” do “outro” e, ao mesmo tempo, comum (de todos) para partilhar o carisma da Consolata, a verdadeira Consolação, Jesus Cristo, tão semelhante ao “evangelho guadalupano”. Em tempos de escassez de vocações sacerdotais e religiosas a participação de leigos e leigas na missão além-fronteiras torna-se fundamental e abre novos caminhos.

A interação e o intercâmbio do colo afetivo, do culto religioso e do cultivo do solo (economia e ecologia) dos missionários da Consolata na “casa mexicana”, poderá favorecer a maturidade de uma Igreja sempre mais católica e missionária, um Instituto da Consolata mais aberto, encarnado e enriquecido neste chão ameríndio. A vida mesma, em todas as suas manifestações, receberá uma boa injeção de promoção integral, de consolação e liberação através da vida-missão dos sacerdotes e leigos missionários.

Salvador Medina, imc, é Superior Provincial na Colômbia.
Publicado na edição Nº10 – Dezembro 2008 - Revista Missões.

sábado, 29 de noviembre de 2008

El servicio del amor más allá de las fronteras






Primer argentino Misionero de la Consolata Obispo y para el África del Sur



Padre José Luis Gerardo Ponce de León, argentino, porteño, Misionero de la Consolata, frente al computador del Secretario.



El Santo Padre Benedicto XVI nombró obispo titular de Maturba y Vicario Apostólico de Ingwavuma (Sud África) al padre José Luis Gerardo Ponce de León, argentino, Misionero de la Consolata, de 47 años, actual Secretario General y Procurador General del Instituto Misiones Consolata en Roma.

Mons. José Luis Ponce de León, I.M.C.

Nació el 8 de mayo (solemnidad de Nuestra Señora de Luján, patrona de la Argentina) de 1961 en Buenos Aires. Cursó sus estudios superiores con los Misioneros de la Consolata en Buenos Aires y en Roma, y completó los cursos de Teología en la Universidad Pontificia Javeriana de Bogotá (Colombia). Emitió sus primeros votos religiosos el 9 de enero de 1983 y la profesión solemne el 28 de diciembre de 1985.

Fue ordenado sacerdote el 2 de agosto de 1986 en la parroquia de Nuestra Señora de Pompeya, de los misioneeros de la Consolata, en Merlo, provincia de Buenos Aires.

Después de su ordenación sacerdotal desempeñó las siguientes tareas entre los años 1986-1993: director de la Animación Misionera y Vocacional; director de la revista "Misiones Consolata" en la Argentina; formador en el Seminario Filosófico; consejero provincial y vicesuperior provincial de la Argentina, durante tres años.

Destinado a Sud África para el servicio pastoral en la diócesis de Dundee (1994-1998), trabajó en las parroquias de Damesfontein/Mpuluzi, Piet Retief y Madadeni. Entre 1999 y 2004 fue superior provincial de los Misioneros de la Consolata de Sud África; adoptó la ciudadanía sudafricana pero conservando la argentina. En el 2005 asumió la parroquia de Daveytown (Johannesburgo); el mismo año participó del Capítulo General de los Misioneros de la Consolata que se realizó en San Pablo (Brasil).

En 2006, luego del Capítulo General, fue nombrado Secretario General de su Congregación en Roma y Procurador General ante la Santa Sede.

Vicariato Apostólico de Ingwavuma

El Vicariato Apostólico de Ingwavuma, en Sudáfrica, tiene una superficie de 12.309 km2, con una población de 618.000 habitantes, de los cuales poco más de 24.000 son católicos.

Un Vicariato Apostólico es una circunscripción eclesiástica, regida por un vicario apostólico, establecida en lugares de misión, donde no está todavía plenamente organizada la jerarquía eclesiástica. Del Vicario Apostólico, que gobierna en nombre del Sumo Pontífice el territorio asignado, dependen todas las misiones, es decir, todas las estaciones misioneras que desarrollan su actividad en dicho territorio. El Vicario Apostólico es, por lo general, un obispo titular.

Segundo obispo argentino misionero

Monseñor José Luis Ponce de León es el segundo sacerdote argentino misionero a quien el Papa eleva a la dignidad episcopal. El otro es un salesiano, monseñor Jesús Tirso Blanco, de 51 años, obispo de Lwena, Angola.
Nota: para conferir la noticia original haga click en el vínculo siguiente: http://www.aica.org/index.php?module=displaystory&story_id=14723&edition_id=882&format=html&fech=2008-11-25

viernes, 28 de noviembre de 2008

La Consolación: don y necesidad



ORACIÓN CON NUESTRA SEÑORA DEL ADVIENTO

MARIA CONSOLADA
Mujer de Nazaret, tu nombre es María:
¡Bendita tú eres entre todas las mujeres!
El Espíritu de Dios habita y obra en ti,
mujer amada, joven amable: María Consolada.

Aprendemos de ti el don de la armonía y la integridad personal

Hija de Sión, integrante activa del resto fiel
Virgen preparada para la nueva creación:
¡Hágase en mí tu divina acción!
El Dios de la vida asumió tu carne: María Consolada.

Aprendemos de ti la obediencia libre para la obra de Dios

MARIA CONSOLADORA
Esposa del Dios bueno y del justo José:
vuestro Hijo es el Emmanuel.
Madre del discípulo amado al pie de la cruz,
animadora del diaconado en la boda de Caná.

Aprendemos de ti la presencia en la vía de la cruz y en la fiesta de la humanidad

Discípula orante en el cenáculo de Jerusalén:
animada por el fuego y llevada por el viento.
Fuiste al mundo y viniste a América
¡Gracias por el SOL de Consolación-Liberación!

Aprendemos de ti, oh Consolata, la santidad y la misión.
Amén

martes, 14 de octubre de 2008

Ser "alternativa" en la globalización

S. O. S
Un grito que brota de las entrañas de la madre tierra
y
retumba en el mundo desde las montañas del Cauca.

FUERZA PÚBLICA EJÉRCITO Y POLICIA ATACAN CON ARMAS DE FUEGO A INDIGENAS DEL CAUCA CUATRO INDIGENAS GRAVES UNO DE ELLOS MARIANO MORANO DIZU EN ESTADO DE COMA

El Concejo Regional Indígena del Cuaca, la Asociación NOMADESC, La Campaña Prohibido Olvidar y todas las organizaciones miembros de la Red de Hermandad y Solidaridad con Colombia, lanzamos un S.O.S a la comunidad Nacional e Internacional, por los graves hechos de los que están siendo victima los Indígenas del Cauca, por parte de Miembros del ESMAD, Ejercito Nacional y Policía, que han dejado mas de cincuenta heridos cuatro de ellos con arma de fuego disparados por la fuerza publica y por lo menos 18 detenidos. El caso mas grave hasta el momento se presento contra, MARIANO MORANO DIZÚ, presidente de la Junta de Acción Comunal de la Palma Pitayó, Hospital de Popayán, fue herido con arma de fuego en la región craneal, y presenta signos de decorticación cerebral, debió ser trasladado al Hospital de Popayán donde es atendido en estos momentos.


¡LA MINGA INDIGENA ARDE EN TODO EL TERRITORIO COLOMBIANO!

Lo más difícil de la lucha contra la esclavitud y la tiranía es reconocer que existen. Cuando los pueblos nos sabemos esclavos, las cadenas estorban y desde ese momento, la Libertad se hace indispensable, impostergable, tan necesaria como el aire para respirar. No vale la pena la vida sin Libertad.

En la Minga Indígena se suman más y más comunidades de diferentes partes del país. En Cauca, Valle del Cauca, Cordobá, Guajira, Choco, Eje cafetero, Santanderes, Antioquia, Tolima entre otros departamentos han salido a las calles a caminar nuestros territorios, para denunciar y rechazar estás políticas de gobierno que desconocen al pueblo, lo empobrecen o lo eliminan, a exigir que el gobierno cumpla los mínimos acuerdos, respete la vida de los indígenas y los territorios, y que la presencia estatal no sea mediante bombardeos, masacres, asesinatos selectivos, desapariciones o desplazamientos masivos.

EN LA MINGA POR LA RESISTENCIA Y LA DIGNIDAD, TAMBIÉN LOS DERECHOS A LA VERDAD Y A LA INFORMACIÓN HAN SIDO AGREDIDOS

Mientras los sectores indígenas, campesinos y trabajadores organizados desarrollan la GRAN MINGA POR LA RESISTENCIA Y LA DIGNIDAD, el Gobierno Departamental y Nacional desconoce la Constitución Nacional y el Derecho Internacional Humanitario dándole tratamiento a la protesta social como problema de orden público, cometiendo abuso de autoridad, haciendo uso excesivo de la fuerza.

Al medio día del 14 de octubre, se registran 25 heridos a bala entre los que se encuentran tres heridos de gravedad, 2 detenidos y 5 retenidos – desaparecidos, hechos cometidos por el ESMAD de la Policía Nacional.

EMERGENCIA EN EL CAUCA SE AVECINA MASACRE EN LA MARIA PIENDAMO.

Las comunidades indígenas del Cauca en compañía de sectores populares iniciamos desde el 12 de octubre de 2008 la protesta y denuncia por política de muerte en contra nuestra por parte del Estado colombiano y del poder transnacional.

Ante esta actividad de movilización y de lucha, la fuerza pública ha respondido con violencia institucional no legal ni amparada en la Constitución colombiana como disparar con arma de fuego contra los manifestantes, dando el triste espectáculo de un gobierno que masacra a su población.

A mediodía de hoy se presentan 25 heridos, en la María Piendamo.

SOLICITUD URGENTE A LA COMISION INTERAMERICANA DE DERECHOS HUMANOS

El motivo de la presente carta es solicitar Protección a la protesta pacífica que desarrollamos en el Cauca, frente al uso desmedido de la fuerza por parte del Estado colombiano.

El Estado responde con la fuerza desproporcionada del régimen para callar nuestra palabra a punta de balas y represión. Ya que nos informan desde la María Piendamó que la comunidad se encuentra rodeada por el Ejército Nacional, tambièn hay gente de civil armada en las montañas y alrededor de la carretera, que disparan contra la comunidad.La represión es muy fuerte, sin embargo no han podido destapar la vía, donde cerca de 9000 personas resisten la agresión.

domingo, 12 de octubre de 2008

Ser Catòlico en la era global

Domingo 12 de octubre en la Plaza de San Pedro - Vaticano


Entre hombres y mujeres de la India (Asia), de Italia (Europa), del Ecuador y de Colombia (América) he participado, con el Papa Benedicto XVI, a la canonizaciòn de cuatro personas, humanas como yo, que han vivido, en diferentes contextos de esta madre tierra, inspiradas en el Evangelio de Jesucristo con radicalidad y heroismo hasta el punto de merecer el reconocimiento de la santidad:

  1. Un sacerdote napolitano, Gaetano Errico, que dedicò su vida (1791 - 1860) a la oraciòn, el anuncio de la Palabra, al ministerio de la Reconciliaciòn, a la asistencia material y espiritual de los enfermos y al servicio de la caridad. Hoy, con sus Misioneros de los Sagrados Corazones de Jesùs y Maria, anda por el mundo compartiendo los valores del Reino de Dios y testimoniando a Jesucristo.
  2. Una Religiosa Misionera suiza, Maria Bernarda Butler, que saliò de su patria para servir al Evangelio en el Ecuador y de alli fue a vivir y amar, hasta la muerte, en Cartagena de Indias - Colombia (1848 - 1924). De ella sabemos muy bien los que conocemos Pasacaballos, Maria la Baja y otros territorios alejados y necesitados de la Costa Atlàntica colombiana. Es una misionera nuestra, que se aproximò a la Costa Atlàntica colombiana, se quedò alli con la poblaciòn afrodescendiente y, hoy, con sus Hermanas Franciscanas Misioneras de Maria Auxiliadora va màs allà de aquellas limitantes fronteras.
  3. Una linda mujer Religiosa de la India, Alfonsa de la Inmaculada Concepciòn, quien asumiò a "Jesùs como su ùnico esposo" y viviò gran parte de su vida en la cruz de las enfermedades, ofreciéndose con serenidad y alegria a Jesùs, por la humanidad, en el convento de las Franciscanas Clarisas de Bharananganam (1910 - 1946). Es presentada hoy al mundo como la primera Santa de la India.
  4. Una joven Laica de la costa ecuatoriana, Narcisa de Jesùs Martillo Moràn, llamada a la santidad, como Santa Marianita de Jesùs, desde temprana edad. Realizò su vocaciòn en poco tiempo (1832 - 1869), dediàndose a la oraciòn, la penitencia, la caridad y la catequesis. Podriamos decir, con Mons. Antonio Arregui, Arzobispo de Guayaquil, que es una santa de la Religiosidad Popular vivida en la costa ecuatorina. Hoy es la Patrona de los catequistas de la Arquidiòcesis de Guayaquil y cuenta con una sencilla Parroquia, ademàs de su Santuario, en el Fortin, periferiferia de la ciudad. Allà inspira y anima las comunidades iniciadas y acompanadas por el P. Félix Prinelli y otros Misioneros de la Consolata.

Experimenté la catolicidad sintiéndome parte del esa humanidad azulada de la India, blanquecina de Italia e indigena-afro-latina de Ecuador y Colombia. Concelebré en el mismo banquete, comparti liturgicamenente en Latin, Griego, Inglés, Castellano, Italiano o otras lenguas màs. Partipé, anticipadamente, en el Banquete de la humanidad y me alimenté con el pan de la Palabra y de la Eucaristia, partido y repartido gratuitamente.

Desde este rincòn del planeta, un abrazo catòlico de este hermano universal, sin acentos nacionales por culpa de la internet y del cambio de lengua en mi computador. Asi quiero justificar los errores en el Espanol, quedando todos en la virtualidad y sin dejar de ser colombiano.

Saludos del P. José Jair Monje Jimenez, sacedote diocesano de Florencia - Caquetà, estudiante de Teologia Dogmàtica en la U. Gregoriana de Roma, quien participò de esta fiesta catòlica con las Misioneras Franciscanas de Maria Auxiliadora de Florencia.

jueves, 9 de octubre de 2008

Un artesano cotidiano de la paz

PRIMER MISIONERO DE LA CONSOLATA COLOMBIANO
50 años consagrados a la misión de Jesucristo


Mons. José Luis Serna Alzate en Manizales


José Luis Serna, nacido el 17 de febrero de 1936, en Aranzazu - Norte de Caldas - Colombianato, en la familia de don Antonio Serna y Doña Bárbara Rosa Alzate, se incorporó al entusiasta grupo de Misioneros de la Consolata, como profesor, en la casa Apostólica de San Félix.

Cultivó su llamado e hizo su primera Profesión Religiosa el 2 de octubre de 1958 en la Certosa de Pesio - Italia.

Desde entonces ha dedicado toda su vida a la misión como Presbítero (23/12/1961).Prestó sus servicios a la Región IMC de Colombia como Superior Regional y después al Instituto de la Consolata como Consejero General.

Llamado al servicio del Episcopado el 15 de noviembre de 1978, fue ordenado Obispo el 7 de diciembre del mismo año. Desde entonces se dedicó al cuidado del pueblo de Dios y de las comunidades cristianas en la Diocesis de Florencia (1978 -1989) y del Líbano - Honda (1989 - 2002). Siempre convinó su ministerio con sus servicios en favor de la Paz como Alto Delgado con el Presidente Belisario Betancur y como un artesano cotidiano de la paz por medio del diálogo y la concertación.


Hoy, probado
per la enfermedad y rodeado de sus compañeros de vida y misión, celebra con ellos su perseverancia fiel a la Consagración para la misión.

Gracias Monseõr y nuestras FELICITACIONES!

lunes, 6 de octubre de 2008

La Pabra del Dios de la vida sigue su camino

"La Palabra de Dios en la vida
y
en la misión de la Iglesia"

Con este tema abrió el Papa Benedicto XVI, en la Basílica de San Pablo - Roma, el Sinodo de los Obispos sobre la Biblia (5-26 deOctubre de 2008).

Tres notas de este acontecimiento me llaman, particularmenete, la atención:
  • Es el primer Sinodo que se inaugura más allá de los muros del Vaticano y, entonces, en otro templo - Basílica diferente a la de San Pedro.
  • La universalidad y pluralidad de los participantes: 253 padres sinodales, representantes de 253 Conferencias Episcopales, entre ellos tres de Colombia, de 13 Iglesias Orientales Católicas,de 25 Dicasterios de la Curia Romana y de la Unión de los Superiores Generales; 41 expertos procedentes de 21 países, 37 auditores de 26 países. Entre los expertos hay seis mujeres y las auditoras son 19.
  • La posibilidad de diálogo misionero de la Iglesia bajo todas sus formas: en el aula sinodal estaran también el patriarcado ecuménico de Constantinopla, Moscú, Serbia y Rumania, la iglesia Ortodoxa de Grecia y la iglesia Apostólica Armenia, así como la Comunión Anglicana, la Federación Luterana Mundial, la iglesia de los Discípulos de Cristo y el Consejo Mundial de Iglesias. Igualmente asistirán a los trabajos tres invitados especiales del Santo Padre: el Rabino jefe de Haifa, Shear Yashyv Cohen, el reverendo A. Millar Milloy, secretario general de las "United Bible Societies" y el hermano Alois, prior de la Comunidad de Taizé.
Consulta inter-capitular de la Consolata

En este marco misionero - sinodal y dentro del año dedicado a San Pablo, el misionero de los gentiles, se reunen los Misioneros de la Consolata (17 Superiores provenientes de cuatro Continentes, 5 de la Dirección General, dos de la Adminisración General, un Secretario General y dos de la Secretaria para la misión, 27 en total), en Roma, y las Misioneras de la Consolata, en Turín
(6 - 26 de octubre de 2008) para revisar el camino recorrido y proyectar los proximos pasos, iluminados por esta luz misionera que brota de la Palabra enviada desde el Padre, difundida ardorosamente por San Pablo y dinamizada permanentemente por el Espíritu.

Muchos amigos de los Misioneros y Misioneras de la Consolata o, simplemente, amigos de la humanidad que siguen con con interes los movimientos del Espiritu de Dios en el mundo a través de las Iglesias, Religiones y Culturas, puden acompañar el Sínodo de la Iglesia Católica y los Encuentros de los/las de la Consolata con su sintonia y oración.